Após mais de cinco meses de detenção na sequência da paralisação dos serviços de táxi ocorrida em Julho do ano passado, líderes de associações de taxistas realizam hoje uma conferência de imprensa no município de Viana, num encontro que promete lançar luz sobre os contornos do processo que os levou à reclusão.
A iniciativa, anunciada por Rafael Idácio, presidente da Cooperativa de Táxis Comunitários de Angola, está marcada para as 10 horas e deverá abordar as circunstâncias da detenção e as condições vividas nas cadeias de Viana e Calomboloka, durante um período que marcou o sector e suscitou reacções de diferentes segmentos da sociedade.
Além de prestar esclarecimentos, os responsáveis pretendem expressar reconhecimento pelo apoio recebido de organizações da sociedade civil, movimentos juvenis e religiosos, da Ordem dos Advogados e da classe jornalística, cuja intervenção consideram determinante ao longo do processo.
Os organizadores asseguram que a conferência irá detalhar os bastidores da detenção e relatar os acontecimentos vividos durante o encarceramento, num momento que poderá reavivar o debate público sobre as relações entre o sector dos transportes informais e as autoridades.




