O Grupo Naval foi distinguido com o Leão de Ouro na categoria de Melhor Participação de Produção Nacional, no âmbito da presença na edição de 2025 da Feira Internacional de Luanda (FILDA), que decorreu de 22 a 27 de Julho e assinalou os 50 anos da Independência de Angola.
A participação do Grupo Naval nesta edição da FILDA assumiu um carácter estratégico, reflectindo o contributo contínuo das suas empresas para o reforço da indústria nacional e a criação de valor económico e social.
No certame, o Grupo apresentou um stand institucional que evidenciou as suas áreas de actuação, com destaque para o lançamento da marca Boa Vista, o primeiro óleo vegetal produzido em Luanda, resultado do investimento na refinaria Refitec. Entre os principais projectos em destaque, figuram a expansão da Refitec, os avanços dos programas Agrotec e Aliança Agro, bem como a consolidação da Velotrans, assegurando soluções logísticas a nível nacional.
Ao assinalar os 50 anos de Angola e 18 anos de actividade no país, o Grupo Naval reafirma a sua confiança no potencial do mercado nacional e o compromisso com um futuro mais industrializado.
“É com sentido de missão que participámos nesta edição da FILDA e recebemos este reconhecimento, num momento em que celebramos também 18 anos de presença em Angola. Trata-se de uma oportunidade para reafirmar o nosso compromisso com o desenvolvimento económico do país, através de soluções industriais integradas e da criação de emprego”, afirmou Marina Sanches, CHCO do Grupo Naval.
A responsável sublinhou ainda que a presença do Grupo na FILDA permitiu renovar o diálogo com parceiros institucionais e estabelecer novas colaborações, à semelhança do que tem vindo a acontecer com bancos, fornecedores, produtores nacionais e investidores internacionais.
Com sete unidades industriais em funcionamento e três em fase final de implementação, o Grupo Naval afirma-se como um dos principais conglomerados empresariais de Angola, com actividade nos sectores do comércio, indústria transformadora, logística e construção civil. Desde 2019, tem vindo a reforçar o investimento em infra-estruturas, inovação e capacitação técnica. Actualmente, emprega mais de 3.000 colaboradores, com uma política activa de inclusão, sendo cerca de 50% do quadro constituído por mulheres.