A companhia foi convidada pela ARSEG para partilhar a sua experiência na avaliação do risco de Branqueamento de Capitais e Financiamento do Terrorismo, reforçando o seu compromisso com as melhores práticas de compliance.
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A Fidelidade Angola participou no Workshop Técnico sobre Reporte de Informação e Avaliação do Risco de Branqueamento de Capitais e Financiamento do Terrorismo (BC/FT), promovido pela Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG), realizado no passado dia 23 de Julho, no Auditório da ARSEG, em Luanda.
Convidada pela ARSEG para participar na qualidade de prelectora, a Fidelidade Angola foi representada por António Cassua, responsável pela área de Compliance, que apresentou a metodologia adoptada pela Companhia na realização da auto-avaliação do risco institucional de Branqueamento de Capitais e Financiamento do Terrorismo (BC/FT). Durante a sua intervenção, partilhou ainda os principais desafios enfrentados, as soluções implementadas e as boas práticas desenvolvidas ao longo deste processo.

Durante a sua intervenção, António Cassua explicou que o principal desafio da Fidelidade Angola não consistiu apenas na identificação dos riscos a que a organização está exposta, mas sobretudo na sua transformação em avaliações objectivas, consistentes e sustentadas por informação fiável.
“Os maiores desafios residiram, sobretudo, em transformar uma percepção predominantemente qualitativa desses riscos numa avaliação objectiva, consistente, mensurável e devidamente suportada por evidências e dados fiáveis”, afirmou António Cassua.
Para responder a este desafio, a Comissão Executiva da Fidelidade Angola aprovou a criação de um Grupo de Trabalho multidisciplinar, coordenado pelo Departamento de Compliance e constituído por representantes de diversas áreas da companhia, assegurando uma abordagem integrada em todas as fases da auto-avaliação.
Este modelo de governação permitiu reduzir a subjectividade na classificação dos riscos, reforçar a consistência da análise e alinhar a avaliação institucional com os princípios da Abordagem Baseada no Risco (ABR), preconizados pelo Grupo de Acção Financeira Internacional (GAFI) e pela legislação angolana aplicável.
Na ocasião, a Fidelidade Angola reforçou a importância estratégica do compliance para o sector segurador, defendendo que a prevenção do Branqueamento de Capitais e do Financiamento do Terrorismo deve ser encarada como um elemento essencial de boa governação.
“Investir em boas práticas de compliance e na prevenção do Branqueamento de Capitais e do Financiamento do Terrorismo constitui um investimento estratégico na sustentabilidade, na credibilidade e na resiliência das empresas de seguros. Mais do que uma obrigação legal, é um instrumento de boa governação”, destacou o representante da companhia.
A Fidelidade Angola sublinhou ainda que encara o compliance como um factor diferenciador, capaz de fortalecer a cultura de integridade, melhorar os processos de decisão e reforçar a confiança de clientes, parceiros, investidores e entidades supervisoras.
Com esta participação, a Fidelidade Angola reafirma o seu compromisso com a promoção das melhores práticas de governação, gestão do risco e conformidade regulamentar, contribuindo activamente para o fortalecimento do mercado segurador angolano e para a prevenção do branqueamento de capitais e do financiamento do terrorismo.





