A Caetano Robert Hudson, representante oficial de marcas automóveis de referência em Angola, anunciou hoje a expansão do seu portfólio de pesados com a introdução da marca Forland no mercado nacional. O movimento estratégico visa responder à crescente procura por eficiência operacional nos sectores da distribuição, agricultura e obras públicas, num momento em que a diversificação económica exige soluções de transporte com elevada taxa de disponibilidade.
A chegada da Forland ao ecossistema logístico angolano, sob a gestão da Caetano Robert Hudson, introduz três novos modelos – L5N, T5 e L5 – desenhados para a realidade topográfica e infraestrutural do país. Mais do que a venda de unidades, a iniciativa foca-se na redução dos custos operacionais das empresas locais (OPEX), garantindo um suporte de pós-venda que mitiga os tempos de paragem de frota, um dos principais estrangulamentos do sector transportador.
Segundo dados do sector, a eficiência no transporte de mercadorias é um dos pilares para o controlo da inflacção e para o escoamento da produção nacional. A aposta da Caetano Robert Hudson na Forland reforça esta premissa ao disponibilizar viaturas que aliam a simplicidade mecânica à robustez necessária para as rotas interprovinciais.
Rodrigo Finkler, Director-Geral da Caetano Robert Hudson, sublinha que “a viabilidade económica de uma marca de pesados em Angola não se mede apenas pela robustez do chassi, mas pela fiabilidade da rede de peças e assistência. Ao integrarmos a Forland, o nosso compromisso é garantir que o investimento do empresário angolano tenha um ciclo de vida mais longo e produtivo, suportado por uma estrutura de assistência técnica profissionalizada.”
O lançamento, ocorrido nas instalações de Talatona, apresentou o conceito “Caminhos de Angola”, uma narrativa visual que contextualiza a aplicação prática destas viaturas em mercados locais e projectos de infra-estrutura. A entrada destes novos camiões no mercado vai contribuir para o aumento da competitividade do transporte de mercadorias em Angola e para a modernização das frotas das pequenas e médias empresas, que constituem a base do tecido económico nacional.

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