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“Só João Lourenço e a sua vontade de mudar Angola não é suficiente”

O jornalista, docente universitário e escritor, Hélder Caculo, afirma que gostou dos primeiros passos de João Lourenço tão logo assumiu os destinos do País.  Mas, lamenta que a boa vontade do Presidente da República tem sido “abafada” pelo sistema do próprio partido que lidera e que só João Lourenço e a sua boa vontade de mudar Angola não é suficiente.

 

Para si quais são hoje os maiores problemas de Angola com o novo Governo liderado por João Lourenço?

 

Gostei dos primeiros passos de João Lourenço tão logo assumiu os destinos do País.  Actualmente parece-me que a boa vontade do Presidente da República tem sido “abafada” pelo sistema do próprio partido que lidera. O presidente quer, mas o sistema o impede. Há vícios internos no seu partido e nas pessoas com os quais trabalha no Executivo, que precisam ser vencidos. Só João Lourenço e a sua boa vontade de mudar Angola não é suficiente. O MPLA precisa querer o mesmo.

 

Qual é a sua opinião sobre o estado actual do ensino em Angola e a intervenção do Governo no sector da educação? 

 

Estamos mal neste capítulo. Não vamos mudar esse quadro enquanto não mudarmos o quadro geral de governação em Angola. Uma das formas de reduzir o elevado número de crianças fora do ensino, de elevar o número de escolas e de salas de aulas, de promover um ensino de qualidade e, consequentemente, de se formar bons quadros para os desafios do País, é uma aposta séria, em termos financeiros e de programas. As autarquias podem ajudar muito neste capítulo. Mas, repito, tem de houver vontade de quem governa. O executivo de João Lourenço precisa saber e definir que Angola ou que sistema de ensino quer para os próximos 20 anos, por exemplo. Sem uma visão real dos nossos problemas de ensino e sem uma visão futurista do que queremos, vamos continuar a ter problemas no nosso ensino.

 

O que pode mudar a imagem negativa que muitas pessoas têm de Angola?

 

A mudança de paradigma, de governação, a vontade de mudar.

 

“Gostei dos primeiros passos de João Lourenço tão logo assumiu os destinos do País.  Actualmente parece-me que a boa vontade do Presidente da República tem sido “abafada” pelo sistema do próprio partido que lidera. O presidente quer, mas o sistema o impede”

 

Como é ser escritor em Angola?

 

É uma das mil formas de “morrer” (rsrssrs). É muito difícil. Aqui estão fechadas todas as portas. Nem mesmo entre os escritores há aberturas. Os “mais velhos” escritores fecham-se na União dos Escritores Angolanos e na então proclamada Academia de Letras, e não sabem, ou melhor não se importam com a nova geração que dá os primeiros passos no mundo literário. É como se estivessem a se preocupar apenas com o presente e a ignorar o futuro. Do Governo nem vou dizer nada. Apenas sublinho que, nós os escritores, somos órfãos de um sistema que não gosta de intelectuais e muito menos de livros. Agora resta-nos saber por quê razão.

 

O que os escritores fazem para promover o livro em Angola?

 

Isoladamente, na medida do possível, cada um, à sua maneira, promove os seus livros, junto dos amigos, nas redes sociais, os que podem, colocam as obras nas livrarias e nos supermercados. Mas é ainda tudo muito rudimentar.

 

“Não me parece que a velha geração de escritores se preocupa com o futuro da literatura nacional, vejo muitos egoístas”

 

Quais são os maiores problemas que a literatura angolana enfrenta? 

 

Os principais problemas são fruto da ausência de políticas públicas de promoção do livro e da leitura. É necessárias leis, programas, políticas, iniciativas públicas capazes de revolucionar o mercado literário. Para isso, é importante haver vontade de quem governa.

 

De que forma o Governo pode resolver os problemas que têm aos poucos destabilizado a literatura angolana e impedido o surgimento de novos escritores? 

 

Como já frisei, criar políticas. Precisamos de leis e programas de promoção do livro capazes de revolucionar todo o mercado literário. Leis, políticas e programas que beneficiam não só os escritores, mas também as editoras, as gráficas, as empresas de comunicação e marketing, até quem patrocina ou promove literatura. É necessário criar-se, por exemplo, incentivos fiscais para quem produz, compra, vende ou promove o livro. É isso que vai mudar o quadro. Mas para tal, repito, é necessária vontade de quem governava.

 

Como incentivar os empresários a investirem na literatura e a patrocinar o lançamento de livros de novos autores? 

 

Através dos incentivos fiscais, por parte do Estado.  Administração Geral Tributária “persegue” e “sacrifica ” muito as empresas. Logo, havendo incentivos ou redução de impostos à quem patrocina literatura ou livros de uma forma geral, haverá sim mais interesse das empresas em apoiar-nos.

 

Que relação a nova geração de escritores mantém com a antiga geração? 

 

Quase nenhuma. A velha geração se distância de nós.  Não nos conhecem, não nos leem, não nos incentivam. E posso até afirmar, que são pessimistas quanto aos nossos escritos. É uma infeliz realidade que precisamos mudar. Não me parece que a velha geração de escritores se preocupa com o futuro da literatura nacional, vejo muitos egoístas.

 

Quanto custa publicar um livro em Angola? 

 

Custa muito dinheiro. Não há muita concorrência em termos de gráficas, há ainda monopólios deste negócio, e isso, juntando-lhe a falta de políticas, encarece o livro. Se não tiveres mais de 500 mil ou um milhão de kwanza não consegues editar um livro.

 

Por: Domingos Muzumbi

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